07/02/2013

Programa cultural

Sala Suggia a encher para o cine-concerto do filme italiano Il deserto rosso. Vamos ver que tal!

05/02/2013

Em princípio, acabou a malvadez

O Rei Malvado já pagou. Parte. O resto veio em cheques pré datados porque não tinha liquidez para pagar tudo de uma vez. Bem, pelo menos algum já está deste lado. Quanto aos cheques... se não tiver lá dinheiro quando eu os depositar é chato para mim mas pior para ele. Vamos ver mês a mês. Entretanto daqui a sensivelmente duas semanas lá vou eu a tribunal como testemunha! Mal posso esperar!

31/01/2013

Assim é difícil

Hoje passei o dia a telefonar a pessoas que nem atendiam nem devolviam a chamada. Mas o dia mesmo todo! Estou com uma neura descomunal.

28/01/2013

Casas e famílias

A família (alargada) tem uma casa. A família (alargada) nunca tratou do raio da casa. A casa está um nojo na minha humilde opinião. Para mim não é "frequentável". Tenho vergonha de levar lá os meus amigos. Levei lá O Sócio e expliquei-lhe a situação. Ele concordou comigo. Ele teve pesadelos com alguns dos móveis (monos...) daquela casa. Ele espantou-se pelo facto de alguém conseguir consumir comida que tenha estado no frigorífico que lá existe. Eu percebo-o. Ele espantou-se pelo facto de uma mesa metálica que lá existe ainda se conseguir manter em pé de tão corroída pela ferrugem que está. Eu percebo-o. É assim, a casa de férias na praia da minha família (alargada). Eu sou das poucas pessoas a pensar assim. As outras são os meus pais. O meu irmão acho que já se esqueceu de que aquilo existe. Mas a casa continua a ser frequentada e, como tal, há a opinião de que está bem assim. Sem qualquer tipo de obras ou de manutenção. Até que choveu lá dentro (bruxo...) e lá fomos eu e O Sócio (pobre coitado, sujeito a semelhante visão) ver o que se passava para dar um orçamento. Agora vai-se trocar o telhado. É um principio. Mas muito pequenino. Vai continuar a ser-me impossível de lá passar seja quanto tempo for sem ser por motivos profissionais. É pena. Já passei lá muitas férias e muito boas, gostava de repetir um dia. Mas acho improvável, pelo menos naquela casa.

Melancolia @ Auschwitz e Bikernau

(e porque ontem foi o dia internacional do holocausto... )











25/01/2013

Momento comic-relief da defesa da tese

Já depois de eu fazer a minha apresentação, estávamos todos sentados nos devidos lugares e o arguente a falar. Fala, fala e a páginas tantas começa a dizer "porque o seu trabalho está muito bom e seria de todo interessante publicar uns artigos sobre isto...". Neste momento o meu orientador saca do artigo que já tínhamos publicado numa revista internacional e começa subtilmente a esticar o braço para o dar ao arguente enquanto diz a meia voz "Professor Vieira, já publicámos... em revista internacional, tem aqui para ver". Ao que eu, muito indignada, disparo um (e não foi a meia voz...) "mas esse artigo tem o seu nome!!!". Pronto, parte-se a sala toda a rir (que é como quem diz as três pessoas da assistência, o meu orientador, o presidente do jurí e eu), o homem fica vermelho que nem um pimento mas ri-se também, vá lá, não levou a mal, mas ainda olhou para o público para se certificar que não estaria lá ninguém de relevância que a coisa podia cair mal. Depois ainda meio encavacado lá diz enquanto se tosse todo "ah, bom, realmente... podia ter posto em anexo".

Isso e a cara dele(s) quando eu lhe respondi "porque não calhou" quando ele me pergunta porque é que eu não englobei a temática de planos de segurança da água (sobejamente estudada por ele...) na minha tese, foram os momentos priceless de ontem.

Pergunto-me como é que tive 18...

24/01/2013

Feito!

Cheguei. Esperei. Stressei. Respirei fundo. Apareceu o meu orientador.  Fomos até ao anfiteatro. Apareceu o Professor Pinho. Pode começar a preparar-se, dizem. Reparo que não há computador.  Ainda bem que O Filósofo levou o dele. Trouxe um cópia da sua tese, perguntam. Só em pdf. Eu empresto-lhe a minha, oferece-se o meu orientador. Nós vamos ali tomar café enquanto o Professor Vieira  não chega, dizem e saem. Entra uma gaja na sala para assistir. Pergunta se pode.  À vontade, mas já agora porquê?  Vai defender a tese dela para a semana. Em conversa diz-me o teu júri é composto por 3 super gurus.  Obrigada por me descansares. Chegam os ditos cujos. Sentamo-nos nos respectivos lugares. Começa o presidente do juri bla bla bla, agradecimentos bla bla bla, parabéns bla bla bla. É a minha vez. Respirar fundo. Comecei. Firme. Treinei bastante. Passou rápido.  Acabou. Não agradeci a ninguém. Segundo O Filósofo é costume. Azarito. Também é costume levar uma cópia da tese e um computador e eu não levei. Volto a sentar-me. O grande guru começa com a arguencia, não sem antes fazer os agradecimentos bla bla bla. Aqueles que eu passei ao lado. Comecou bem. Elogiou o veementemente o meu trabalho. Respirei fundo. Depois foram 55 minutos de perguntas em jeito de diálogo.  Passei o tempo a tremer. Acabou. Respirei fundo. Vez do meu orientador falar. Também agradeceu a toda a gente. Mas por que raio é que ninguém me avisou desta merda desta politiquice? Enfim. Portou-se bem. Fui super elogiada. Nas palavras dele fui brilhante (redimiu-se). Voltou para o presidente do juri. Teve a lata de me fazer mais perguntas depois de quase uma hora de arguencia. Depois convidou-me para fazer um doutoramento.  É que é já!  Pfff! Mandaram-nos sair. Saímos.  Ficamos lá fora a conversar. Chamaram-nos. Tive 18. Beijinhos, abraços e parabéns e veja lá que tem aqui material para artigos. Sim, sim, adeus e até à próxima (ou não). Acabou.

O drama, o horror, a apresentação #n faço ideia do número!

Let the games begin

23/01/2013

O drama, o horror, a apresentação #4

É já amanha. Daqui por menos de 24 horas estou livre disto. Acho que por muito mal que me corra e por muito má nota que tire nada vai bater o alívio que eu vou sentir de nunca mais ter de pensar nisto na vida! A sensação de capítulo encerrado vai ser fenomenal. Só que até lá os nervos levam a melhor. Por acaso achava que ia estar mais nervosa do que estou mas vamos esperar por logo à noite. Por via das dúvidas já desviei um drunfo do arsenal do meu pai, nunca se sabe se vai ser preciso. Quando fiz o lasik tive de tomar e foi a melhor coisinha que fiz. Logo já vejo se para isto também vai ser preciso. Amanhã já conto como foi!

21/01/2013

O drama, o horror, a apresentação #3

Ao fim de um dia a treinar a inominável concluo que poupava imenso tempo de apresentação se me engasgasse menos!